Tendências tecnológicas do e-commerce a partir de 2021

O consumidor se digitalizou de maneira bastante acelerada em 2020 em razão das medidas de isolamento social impulsionada pela pandemia de coronavírus. E isso fez com que o comércio virtual precisasse acelerar o seu desenvolvimento tecnológico para ‘dar conta’ na nova onda de consumo que recebeu.

De acordo com informações da Neotrust em parceria com a Compre&Confie, o comércio digital ganhou 5,7 milhões de novos consumidores entre abril e junho 2020. Estima-se ainda que o comércio eletrônico cresceu mais de 40% ao longo do ano.

Como estes números refletem no mercado?

Tais avanços no mercado refletem em um aumento da exigência do consumidor, que passa a adotar patamares cada vez mais altos para avaliar a sua experiência de consumo.

E para acompanhar este avanço a tecnologia tem se mostra uma parceira fiel dos e-commerciantes, pois auxilia no desenvolvimento e melhoria das operações de maneira muito mais ágil e acelerada.

Como a Tecnologia vai influenciar no futuro do E-commerce?

Se a sua empresa ainda não apostava em tecnologia antes de 2020, a pandemia provavelmente mudou a sua concepção sobre as novidades tech.

E de fato, cada vez mais a tecnologia vai moldar o futuro e desenvolvimento do mercado eletrônico. Confira algumas tendências em tecnologia aplicada ao e-commerce que vão nos acompanhar até 2025.

 

  1. Uso de assistentes virtuais inteligentes

Pode parecer ‘coisa comum’ entrar em contato com um assistente virtual inteligente em 2020, mas essa tendência é bem recente e só passou a ser melhor aceita pelos consumidores com as transformações de comportamento causadas pela pandemia.

Um grande case de sucesso do uso de ‘pessoas virtuais’ é a MagaLu, a assistente virtual da Magazine Luiza. A MagaLu faz tanto sucesso entre os consumidores que é considerada hoje uma influenciadora digital.

E essa mesma personagem que traz dicas e conteúdo nas redes sociais, atende à demanda de pedidos da empresa. Acompanhando a jornada de consumo dos clientes desde o clique de compra até a entrega e avaliação dos produtos.

E isso é muito benéfico para os dois lados!

Por um lado, temos consumidores satisfeitos com as atualizações constantes e práticas da assistente virtual. Por outro, o Magazine Luiza aumenta a fidelidade de seus clientes, oferecendo uma experiência de consumo que é acompanhada de perto pela marca e ainda aprende – e muito – sobre o perfil de seus consumidores com as interações que recebe.

Embora o investimento em uma assistente virtual inteligente ainda não seja palpável para muitas empresas, há plataformas que automatizam a conversa de forma acessível – como no caso do WhatsApp Business ou Facebook Messenger – o que já diminui o gargalo de atendimento inicial da sua loja.

 

  1. Experiência omnichannel de verdade

Já faz anos que os estudiosos do comércio eletrônico falam do omnichannel como uma tendência e a sensação que fica é que essa tendência nunca chega à realidade.

Mas 2020 veio para mudar este cenário. Isso porque, com a crise inicial que o isolamento obrigatório trouxe ao varejo tradicional, muitas lojas físicas precisaram se lançar no ambiente digital e oferecer novas formas de venda para o seu consumidor.

Isso abriu espaço para que parcerias fossem criadas e fortalecidas entre os empreendedores do varejo que passaram a estimular e adotar, cada vez mais, a experiência omnichannel em sua cadeia processual.

Em um ano de crise em que logística e acesso ao consumidor foram os principais desafios, as lojas se viram na necessidade de se comunicar com os consumidores em todos os canais e oferecer a ele o máximo de facilidades na hora de receber produto ou serviço quanto fosse possível.

No que isso resultou? Em um consumidor que espera conversar com o seu canal de vendas no Instagram e ter a opção de retirar o produto em uma loja perto de sua casa – com toda a segurança sanitária e de higiene necessária.

E sabe quem proporcionou que isso fosse possível de forma organizada e coesa? A tecnologia dos softwares de gestão, como ERPs, que centralizam e integram a operação das lojas, garantindo que os pedidos possam ser controlados e atendidos, independente do canal de atendimento, tipo de entrega ou até mesmo tipo de pagamento escolhido pelo consumidor.

 

  1. Uso do Big Data de forma inteligente e regulada

Utilizar o conhecimento potencial do grande volume de dados coletados pela tecnologia é um avanço que tem se tornado a cada dia mais ‘popular’ entre os e-commerciantes. Seja do aspecto cultural, ou do aspecto da acessibilidade financeira às ferramentas que garantem a exploração de tais informações.

Sob o viés cultural, pode-se afirmar que já virou ‘feijão com arroz’ adotar inteligência analítica de dados em uma operação de comércio eletrônico. Já sob o aspecto financeiro, é interessante notar que cada vez mais as ferramentas de gestão de dados – como softwares ERP ou BI – estão se tornando cada vez mais mainstream no mercado virtual devido à diminuição no valor de aquisição.

E neste cenário facilitado de obtenção e análise de dados, tais ferramentas têm se mostrado a cada dia mais valiosas, devido às regulações recentes no Brasil e no mundo, sobre tratamento de dados pessoais e aplicação de inteligência artificial e demais tecnologias na exploração de tais informações.

Se uma empresa quer explorar o Big Data de maneira assertiva, estratégica e regular, seja para melhorar a sua operação, seja para melhorar a experiência de consumo de seus clientes, lançar mão de softwares de gestão tem se tornado essencial para garantir controle e inteligência no uso dos dados.

 

  1. Automação dos veículos

2020 mostrou que a logística ainda é um dos principais desafios do comércio virtual brasileiro. É ‘facil’ para uma empresa garantir uma entrega em até 90 minutos dentro da grande São Paulo, mas e seu consumidor de outros estados?

O boom da tecnologia oferece a possibilidade de acesso à informações por parte do consumidor, mas nem sempre esse acesso à informação é transformado em acesso a serviços e produtos – pelo menos não de maneira ágil.

Neste sentido, a automatização dos veículos pode ser uma grande parceira do comércio virtual, na diminuição de custos com o frete do produto. Apesar de a ‘novidade’ ainda não ser regulada ou mesmo acessível para o empresário brasileiro hoje, é um fato que o valor dos veículos autômatos tem decrescido com o passar dos anos.

Isso significa que em 2025 esses novidade possa fazer parte do plano estratégico da logística nacional. E este aspecto é bastante particular para o Brasil, devido à grande dependência rodoviária do varejo brasileiro.

 

  1. PIX PIX PIX: a onda de pagamentos instantâneos

Outra tendência tech que promete modificar o cenário do e-commerce até 2025 é a adoção de pagamentos instantâneos no mercado brasileiro.

Através dos pagamentos instantâneos, as compras são facilitadas e agilizas, tornando a operação ainda mais ágil. E isso pode trazer reflexos no comportamento de consumo de seu cliente.

Se o cliente já é ‘ansioso’ em 2020, quando o pagamento de um boleto demora em média 2 dias para ser faturado, imagine a partir de novembro de 2020, quando o pagamento é faturado imediatamente?

Além disso, a sua operação vai precisar passar a responder de maneira mais ágil, com a imediatez dos pagamentos oferecidos pelo PIX.

A ponte entre o virtual e analógico pode passar a se aproximar cada vez mais com essa mudança no universo dos pagamentos e por isso que todas as tecnologias apontadas acima são relacionadas com a novidade trazida com o PIX.

Através destas 5 tendências em tecnologia aplicada ao e-commerce você consegue preparar a sua empresa para as novidades que estão por vir. Deste modo, a novidades são utilizadas a seu favor e podem garantir que a sua empresa vai acompanhar as mudanças de hábitos e tecnologia esperadas no futuro.

Gostou da reflexão? Para compartilhar cada vez mais ideias interessantes com a gente, acesse o Blog Alternativa e fique por dentro de nossas postagens semanais. E se você busca um ERP robusto e completo, conheça o Mundo Alternativa Sistemas e todos os produtos e serviços oferecidos!

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Por Gustavo Andrade – Alternativa Sistemas

É gerente de marketing na Alternativa Sistemas, empresa de ERP e soluções em Gestão Empresarial. MBA em Marketing pela USP. Doutorando e mestre em Ergonomia pela Unesp. Graduado em Ciência da Computação pela Unesp com graduação sanduíche no New York Institute of Technology e Endicott College, ambos nos Estados Unidos. Conta com experiências de trabalho em computação, design e marketing. Trabalhou em empresas no Brasil, Estados Unidos e Alemanha. Apaixonado por livros e tecnologia, busca aprimorar-se constantemente e estar atento às mudanças de mercado, visando a aplicabilidade do conhecimento adquirido.