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Veremos ao longo de 2022 e nos próximos anos uma acirrada transformação digital nos serviços de marketing e performance que serão adaptados para, de forma inteligente, apoiar toda a jornada do shopper: do ambiente físico ao digital. 

Para entendermos os próximos caminhos, é preciso analisar os últimos resultados. Em 2021, o e commerce brasileiro cresceu 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com Ebit | Nielsen – apesar de o varejo físico ter encontrado um ambiente mais flexível do ponto de vista de mobilidade, quando comparado com 2020. Ou seja, de uma vez por todas os consumidores estão habituados à comodidade do comércio eletrônico para as mais diversas categorias de produtos e em uma frequência mais recorrente. 

Bem-vindos à era em que o conceito de “figital” se aplica aos serviços que antes eram entendidos como “trade marketing” no ponto de venda! Afinal, PDV como sinônimo de loja física já não se aplica mais, na mesma medida em que o shopper também já não pode mais ser reduzido ao visitante/comprador de um endereço físico. 

Hoje, muitas das estratégias já pensam na convergência entre pares desses elos. Vejamos: 

  • Unir pessoas e tecnologia em busca de automatização das equipes e da digitalização de processos;
  • Integrar tecnologia e dados a partir de soluções e plataformas que otimizem o trabalho de coleta, integração e análise;
  • Encontrar pessoas e dados na geração de insights para a tomada de decisão.

O avanço das vendas online

Pandemia e mercado online, o que mudou no comércio digital?As vendas online e o delivery são dois grandes fenômenos que foram muito impactados pela pandemia, as vendas feitas pela internet em 2020, por exemplo, cresceram 27% só no estado de São Paulo, enquanto o faturamento de lojas online cresceu 41% em todo o Brasil.  

Dessa forma, com a necessidade de se moldar a esse novo cenário, as empresas de diferentes tamanhos que oferecem tanto produtos quanto serviços, começaram a apostar cada vez mais suas fichas em inovação tecnológica. Logo, como plano de ação, passaram a buscar alternativas como sites, e-commerce, redes sociais, aplicativos e os mais variados tipos de plataformas online para oferecer seus produtos, algo que está dando muito certo e que mesmo após o final da pandemia, isto é, no período pós-pandemia, tende a permanecer como uma herança dos tempos difíceis. 

Leia mais aqui: Checklist do e-commerce – Parte 3.

As vantagens das vendas online

Para que você compreenda o porquê que tudo isso será vantajoso para o seu negócio, trouxemos algumas das principais vantagens do comércio digital: seu negócio ficará aberto 7 dias por semana, 24 horas por dia.  

Por não existir um horário comercial na internet, você não precisará fechar sua loja e ela poderá vender produtos durante todo o ano. Isso é algo que aumentará suas chances de vendas, pois haverá uma flexibilidade positiva para o cliente. 

Pandemia e mercado online, o que mudou no comércio digital?

Os limites geográficos para o seu negócio desaparecem, permitindo que qualquer produto ou serviço seja comercializado nos mais variados lugares do país e do mundo. 

Os seus custos fixos decaem, uma vez que, não exige espaço físico para um estoque ou showroom e o seu investimento também será baixo, pois estruturar e ter uma equipe para gerenciar um e-commerce, por exemplo, é mais barato do que fazer isso em um lugar físico. 

Um Teste da Usabilidade da loja online estruturado para saber se o cliente ou internauta acessa seu e-commerce ou, quais páginas ele visita e os produtos que não adiciona ao carrinho. Esse feedback será essencial, pois já se estará simulando uma situação de pós-venda, garantindo que o que foi prometido e entregue estará de acordo com as expectativas e, também, descobrindo o que e onde pode ser melhorado, fornecendo assim, uma experiência completa e de qualidade. 

Confira Como montar seu e-commerce no Instagram?

Marketing digital e inbound marketing

Ao passo que as vendas online e a busca por sites cresceram, o marketing digital também se mostrou fundamental nessa transição. E, desse modo, outro plano de ação que vem sendo muito utilizado pelas empresas é o inbound marketing, que tem como objetivo principal atrair a atenção de pessoas e prepará-las, através da construção de um relacionamento, para futuras compras. Tudo isso vêm se tornando possível graças ao emprego das redes sociais, sites institucionais e blogs, com artigos otimizados para as buscas. 

Leia também Como a inteligência artificial traz resultado no e-commerce?

Pessoas e tecnologia

A intersecção é o encontro direto entre os três pilares (pessoas, dados e tecnologia) de forma a enxergar e atuar para que os esforços sejam aplicados em prol da experiência do shopper e não do resultado individual de cada unidade de negócio (online e offline).  

Na prática, trata-se de pensar em como transpor o merchandising, a venda assistida, a ativação de PDV, a coleta de dados e a auditoria do seu “chão de loja” para dentro do contexto digital, respeitando e considerando todas as suas particularidades.  

Em resumo, estamos falando sobre integração, sem perder o aspecto humano das relações. Afinal, o varejo sempre foi e sempre será sobre pessoas e para pessoas. E esse caminho da digitalização é o que fará com que o consumo se livre de barreiras e limites. Ou seja, para que a gente avance e saia, de uma vez por todas, das separações entre físico e e-commerce e alcance  um futuro de “intelligent commerce”.

Fontes:
https://www.mundodomarketing.com.br/artigos/stenio-souza/39696/2022-o-ano-que-teremos-o-digital-cada-vez-mais-presente-na-jornada-do-consumidor-(e-no-trade-marketing).html

https://blog.jrfei.com/negocios-x-pandemia-conheca-agora-a-importancia-de-ter-um-site-para-sua-empresa/?gclid=CjwKCAjwiuuRBhBvEiwAFXKaNMfrwQGkvG7bxVKQoHAFDmYifmhIeX168OG2qY2EkYXOqXfR5hRFJRoCfr0QAvD_BwE 

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